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Campanha apócrifa contra a honra de Raquel gera onda de solidariedade à governadora

Governadora fala no instagran em “crueldade de quem não tem limites” e pede respeito a ela e à sua família e a “quem não está mais aqui’.              

Cartazes colados em ruas do Recife este domingo com a foto da governadora Raquel Lyra seguida de frases como “ela matou o marido para ganhar a eleição” e “matadoras de maridos”, onde a governadora é mostrada ao lado de mulheres acusadas de assassinar seus maridos, causaram repúdio e uma onda de solidariedade à governadora na Internet.               

O setor jurídico do PSD reagiu de imediato solicitando providências da justiça eleitoral e a Frente Popular, citada como suspeita da autoria dos ataques em manifestação de apoiadores de Raquel na Internet, distribuiu nota à imprensa afirmando que repudia a campanha e que tomará as providências cabíveis na Justiça eleitoral “para que a produção e a disseminação de conteúdos apócrifos contra qualquer candidatura sejam rigorosamente investigados, com a devida identificação e responsabilização dos seus autores”.              

Diz ainda a nota da Frente Popular: “não aceitaremos ataques anônimos, crimes contra a honra ou qualquer prática que viole a legislação eleitoral e tente degradar o debate público. Seguiremos fazendo uma campanha limpa, responsável e baseada em propostas, com respeito à democracia e, sobretudo, ao povo pernambucano”

Ivan Moraes se solidariza com Raquel           

O esposo da governadora faleceu no dia do primeiro turno da eleição de 2022 quando sofreu um infarto fulminante em sua casa, em Caruaru. Com 44 anos, Fernando tinha pressão alta e era responsável pela coordenação da campanha de Raquel tendo trabalhado até tarde da noite. O fato causou grande consternação no estado e a governadora passou cerca de 15 dias impossibilitada de fazer campanha para o segundo turno – ela ficou em segundo lugar no 1.o turno, só perdendo para Marília Arraes – tendo a vice Priscila Krause tomando a frente das negociações com prefeitos e lideranças que se incorporaram à campanha.            

Candidatos ao Senado da chapa de Raquel Lyra exibiriam vídeos de repúdio à campanha apócrifa e se solidarizando com a governadora, assim como fizeram candidatos a deputado estadual e federal e pessoas comuns, sobretudo mulheres. No “X” o candidato a governador da Federação PSOL/Rede, Ivan Moraes, escreveu: “a pessoa ou quadrilha responsável pelos cartazes ofensivos contra a governadora precisa ser identificada e responsabilizada urgentemente. A investigação tem que ser profunda e exemplar. Minha Solidariedade a Raquel”

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