Pectus: cirurgia torácica pode corrigir deformidades do tórax e melhorar conforto dos pacientes
Pectus excavatum e pectus carinatum são as duas principais deformidades da parede torácica; avaliação especializada é fundamental para definir o tratamento mais adequado
As deformidades da parede torácica podem ir muito além de uma questão estética. Entre as alterações mais conhecidas estão o pectus excavatum, caracterizado pelo afundamento do esterno, e o pectus carinatum, popularmente conhecido como “peito de pombo”, quando há uma projeção do esterno e das cartilagens das costelas para a frente.
Embora apresentem características diferentes, as duas condições podem afetar a relação do paciente com o próprio corpo e, em alguns casos, estar associadas a sintomas como desconforto, falta de ar, redução da tolerância aos exercícios ou sensação de pressão no tórax. A intensidade dessas manifestações varia de pessoa para pessoa, e a indicação de tratamento deve considerar uma avaliação individualizada.
Segundo o cirurgião torácico Dr. César Vasconcelos, o primeiro passo é compreender as características da deformidade e o impacto que ela provoca na vida do paciente.
“O pectus não deve ser visto apenas como uma alteração estética. É importante avaliar cada paciente de maneira individual, entender a anatomia do tórax, identificar se existem sintomas associados e também compreender o impacto emocional que aquela deformidade pode causar. A partir dessa avaliação, podemos discutir as possibilidades de tratamento.”
No pectus excavatum, o esterno apresenta uma concavidade, dando ao tórax uma aparência de “peito escavado”. Dependendo da intensidade da deformidade, pode haver compressão ou deslocamento de estruturas dentro do tórax. Já no pectus carinatum, ocorre uma projeção anterior do esterno e das cartilagens costais, modificando o contorno do tórax.
O tratamento depende da idade, do tipo e da intensidade da deformidade, além das características individuais de cada paciente. Em determinados casos, especialmente entre pacientes mais jovens, podem existir alternativas não cirúrgicas. Quando há indicação de correção cirúrgica, existem técnicas específicas para remodelar a parede torácica.
“A cirurgia torácica evoluiu bastante no tratamento das deformidades da parede torácica. Hoje dispomos de técnicas que permitem corrigir a anatomia e remodelar o tórax de acordo com as características de cada caso. O objetivo não é simplesmente mudar a aparência, mas buscar uma correção que proporcione mais conforto e qualidade de vida ao paciente.”, explica César Vasconcelos.
Além dos possíveis benefícios funcionais, a correção da deformidade pode representar uma mudança importante na relação do paciente com o próprio corpo. Pessoas com pectus podem evitar determinadas roupas, atividades físicas, praia ou situações de exposição corporal por constrangimento ou insegurança.
“Para muitos pacientes, existe um sofrimento silencioso relacionado à própria imagem. Eles podem passar anos evitando tirar a camisa, ir à praia ou praticar determinadas atividades por vergonha do formato do tórax. Quando existe indicação para a correção, o tratamento pode contribuir não apenas para uma mudança física, mas também para que essa pessoa se sinta mais confortável e tranquila com o próprio corpo.”
O especialista ressalta, entretanto, que a decisão pela cirurgia deve ser tomada após avaliação médica detalhada. Exames de imagem e outros testes podem ser solicitados de acordo com a necessidade de cada paciente, permitindo compreender a anatomia do tórax e avaliar a repercussão da deformidade.Pectus excavatum e pectus carinatum são as duas principais deformidades da parede torácica; avaliação especializada é fundamental para definir o tratamento mais adequado
As deformidades da parede torácica podem ir muito além de uma questão estética. Entre as alterações mais conhecidas estão o pectus excavatum, caracterizado pelo afundamento do esterno, e o pectus carinatum, popularmente conhecido como “peito de pombo”, quando há uma projeção do esterno e das cartilagens das costelas para a frente.
Embora apresentem características diferentes, as duas condições podem afetar a relação do paciente com o próprio corpo e, em alguns casos, estar associadas a sintomas como desconforto, falta de ar, redução da tolerância aos exercícios ou sensação de pressão no tórax. A intensidade dessas manifestações varia de pessoa para pessoa, e a indicação de tratamento deve considerar uma avaliação individualizada.
Segundo o cirurgião torácico Dr. César Vasconcelos, o primeiro passo é compreender as características da deformidade e o impacto que ela provoca na vida do paciente.
“O pectus não deve ser visto apenas como uma alteração estética. É importante avaliar cada paciente de maneira individual, entender a anatomia do tórax, identificar se existem sintomas associados e também compreender o impacto emocional que aquela deformidade pode causar. A partir dessa avaliação, podemos discutir as possibilidades de tratamento.”
No pectus excavatum, o esterno apresenta uma concavidade, dando ao tórax uma aparência de “peito escavado”. Dependendo da intensidade da deformidade, pode haver compressão ou deslocamento de estruturas dentro do tórax. Já no pectus carinatum, ocorre uma projeção anterior do esterno e das cartilagens costais, modificando o contorno do tórax.
O tratamento depende da idade, do tipo e da intensidade da deformidade, além das características individuais de cada paciente. Em determinados casos, especialmente entre pacientes mais jovens, podem existir alternativas não cirúrgicas. Quando há indicação de correção cirúrgica, existem técnicas específicas para remodelar a parede torácica.
“A cirurgia torácica evoluiu bastante no tratamento das deformidades da parede torácica. Hoje dispomos de técnicas que permitem corrigir a anatomia e remodelar o tórax de acordo com as características de cada caso. O objetivo não é simplesmente mudar a aparência, mas buscar uma correção que proporcione mais conforto e qualidade de vida ao paciente.”, explica César Vasconcelos.
Além dos possíveis benefícios funcionais, a correção da deformidade pode representar uma mudança importante na relação do paciente com o próprio corpo. Pessoas com pectus podem evitar determinadas roupas, atividades físicas, praia ou situações de exposição corporal por constrangimento ou insegurança.
“Para muitos pacientes, existe um sofrimento silencioso relacionado à própria imagem. Eles podem passar anos evitando tirar a camisa, ir à praia ou praticar determinadas atividades por vergonha do formato do tórax. Quando existe indicação para a correção, o tratamento pode contribuir não apenas para uma mudança física, mas também para que essa pessoa se sinta mais confortável e tranquila com o próprio corpo.”
O especialista ressalta, entretanto, que a decisão pela cirurgia deve ser tomada após avaliação médica detalhada. Exames de imagem e outros testes podem ser solicitados de acordo com a necessidade de cada paciente, permitindo compreender a anatomia do tórax e avaliar a repercussão da deformidade.
Redação com assessoria Foto: divulgação
e-mail: redacao@blogdellas.com.br


