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MEC garante recursos para início de restauração do Memorial da Medicina de Pernambuco

WhatsApp Image 2024 06 12 at 12.51.07 760x570Representantes das entidades médicas de Pernambuco estiveram reunidos, na tarde de segunda-feira (10), na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, discutindo, com o coordenador da pasta, soluções para o restauro e reabertura do prédio do Memorial da Medicina de Pernambuco.

A comitiva pernambucana era formada pelo presidente do Simepe, Walber Steffano, pelo presidente do Cremepe, Mário Jorge Lobo, assim como o presidente da Academia Pernambucana de Medicina, Hildo Azevedo, o presidente do Instituto Pernambucano de História da Medicina, José Luiz de Lima, o presidente da Associação dos ex-alunos da Faculdade de Medicina do Recife, José Guido e o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Macedo Gomes. Além do ministro Camilo Santana, também estiveram presentes no encontro, o secretário especial de Relações Institucionais do Governo Federal, Mozart Sales, e o diretor-presidente da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), André Longo.

Segundo o presidente do Simepe, Walber Steffano, o encontro foi bastante produtivo. “Voltamos para Recife com boas notícias na bagagem. O MEC nos comunicou que irá liberar recursos que irão tocar o início do processo de restauração do prédio do Memorial da Medicina de Pernambuco. Isso mostra o reconhecimento da importância que o Memorial e as instituições que lá funcionam tem para a história da medicina em nosso Estado e no País”, afirmou Walber Steffano.

Já o presidente da Academia Pernambucana de Medicina, Hildo Azevedo, destacou que a união das entidades médicas estaduais têm fomentado esforços extremamente positivos para a preservação do espaço. “Como representante de uma instituição que funciona no prédio do Memorial, destaco nossa gratidão as iniciativas de todas as entidades médicas, de modo especial ao Simepe e ao Cremepe, que desde o princípio nos acolheram em suas sedes, para que nosso trabalho pudesse ter continuidade. Hoje, com a atitude concretizada pelo MEC, percebemos o esforço titânico e união de todas essas instituições em prol do nosso Memorial”, concluiu Hildo.

Em abril deste ano o prédio do Memorial da Medicina, edificação que é tombada como patrimônio histórico, foi interditado após parte do telhado do prédio desabar. O imóvel que é da década de 20, foi doado pelas instituições médicas a Universidade Federal de Pernambuco com o objetivo de promover a preservação e a promoção da história do curso e da profissão no Estado. Todas as entidades e o Museu da História da Medicina de Pernambuco que funcionam no local, tiveram suas atividades transferidas suspensas, desde o ocorrido.

Redação com assessoria Foto: divulgação

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