Comidas juninas exigem cuidados com higiene e conservação dos alimentos

 

 

Pamonha, canjica, cuscuz, bolo de milho, pipoca e arroz-doce estão entre os alimentos mais consumidos durante as festas juninas. O milho, ingrediente principal de muitas dessas receitas, é rico em carboidratos e fibras, contribuindo para o bom funcionamento do intestino, explica Fabrícia Padilha, coordenadora do curso de Nutrição da FPS.Apesar dos benefícios, a especialista alerta para os cuidados necessários com a manipulação, armazenamento e comercialização dos alimentos típicos do período junino, principalmente os mais perecíveis, que não resistem por muito tempo em temperatura ambiente.Outro ponto destacado é a atenção à qualidade da matéria-prima utilizada nas receitas e às condições de armazenamento do milho, especialmente em feiras livres. Segundo a nutricionista, espigas expostas diretamente ao chão ou em contato com sujeira aumentam o risco de contaminação.“A alimentação junina pode fazer parte de uma rotina equilibrada, mas é fundamental observar as condições de higiene, preparo e conservação dos alimentos para evitar riscos à saúde”, afirma Fabrícia Padilha.

 

Inclusão no trabalho: autistas participam de experiência prática no Recife

 

Adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), níveis 2 e 3 de suporte, participarão de uma experiência prática de trabalho nesta terça-feira(16), das 14h às 16h, no Bosque Burguer, localizado nos Aflitos, Zona Norte do Recife.Durante a ação, os participantes irão produzir, montar e comercializar hambúrgueres e brownies, além de realizar atendimento ao público. A iniciativa é promovida pela Afeto, Associação de famílias para o bem-estar e tratamento da pessoa com autismo, em parceria com o Grupo Acolher e o Bosque Burguer.Cada participante contará com acompanhamento individual de terapeutas e profissionais especializados em TEA, garantindo suporte durante toda a atividade. Os produtos serão vendidos a preço de custo, com hambúrgueres por R$ 10 e brownies por R$ 5.Segundo a organização, a proposta busca estimular autonomia, participação social e inclusão de pessoas autistas em ambientes de convivência e trabalho. “A ideia é mostrar que, quando existem oportunidades e suporte adequado, pessoas autistas também podem desenvolver habilidades, participar ativamente e ocupar espaços na sociedade”, destaca a CEO do Grupo Acolher, Taisa Noronha.

 

Projeto piloto aposta no futsal para promover transformação entre adolescentes na Funase

 

A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), no Recife, está desenvolvendo um projeto piloto que utiliza o futsal como ferramenta de transformação social entre adolescentes atendidos pela rede socioeducativa. A iniciativa acontece na Casa de Semiliberdade (Casem) Harmonia e é voltada para jovens entre 14 e 21 anos.O projeto foi articulado em parceria com a Secretaria de Saúde, Secretaria de Esportes do Recife, Distrito Sanitário IV e uma academia pública, reunindo profissionais de diferentes áreas para promover desenvolvimento físico, social e emocional dos participantes.Os adolescentes passam por triagem de saúde antes de iniciarem as atividades esportivas, realizadas às terças e quintas-feiras pela manhã. Além do futsal, a proposta inclui momentos de acolhimento, convivência e rodas de conversa sobre perspectivas de futuro.Atualmente, participam entre cinco e 12 jovens, conforme critérios disciplinares e de saúde da unidade. A Funase também avalia a possibilidade de expandir o projeto para outras unidades e incluir novas modalidades esportivas.

 

Exposição gratuita “Gigantes do Gelo” chega ao RioMar Recife com réplicas de animais da Era Glacial

 

O público recifense poderá embarcar em uma verdadeira viagem ao passado a partir do dia 18 de junho com a chegada da exposição gratuita “Gigantes do Gelo” ao RioMar Recife. A mostra, que integra a programação da Temporada de Férias do shopping, promete encantar crianças, jovens e adultos com uma experiência educativa e imersiva inspirada na Era Glacial.Instalada na Praça de Eventos 1, no Piso L1, a exposição reúne 26 réplicas de animais pré-históricos, sendo 14 animatrônicos com movimentos e sons que tornam a experiência ainda mais realista. Entre os destaques estão o Gigantopitecus, com 5 metros de altura, o mamute de 4 metros, o tigre-dente-de-sabre de 3 metros, o rinoceronte-lanudo de 4 metros e um tatu gigante de 2,5 metros.Além das atrações já conhecidas, a temporada no RioMar Recife contará com novas peças exclusivas em tamanho real. Entre elas estão o Paraceratherium, considerado um dos maiores mamíferos terrestres que já existiram; a Macrauchenia, animal pré-histórico nativo da América do Sul conhecido por sua aparência curiosa; e o Boi-almiscarado (Musk Ox), símbolo de resistência aos ambientes de frio extremo.O acesso à exposição é gratuito, mediante inscrição pelo aplicativo do RioMar Recife, disponível a partir desta terça-feira (09/06).

 

Rede Compaz mantém coleta de tampinhas até 30 de junho em apoio ao Hospital de Câncer de Pernambuco

 

A Rede Compaz vai seguir com a coleta de tampinhas plásticas em suas unidades até o dia 30 de junho, dentro do Mês do Meio Ambiente. A ação Tampinhas que Curam recolhe o material que costuma virar poluição e o destina ao Hospital de Câncer de Pernambuco, onde a venda das tampinhas se converte em apoio ao tratamento de pacientes oncológicos atendidos pelo SUS.Realizada pela Prefeitura do Recife por meio do Comitê de Educação Ambiental, a iniciativa reúne as secretarias de Cidadania e Cultura de Paz, de Meio Ambiente e de Educação. Nos centros comunitários da paz, qualquer pessoa pode deixar suas tampinhas limpas nas caixas de coleta, um gesto pequeno que une cuidado ambiental e solidariedade.Para o secretário de Cidadania e Cultura de Paz, Rafael Arruda, o valor da ação está no encontro entre a comunidade e uma causa concreta. “Uma tampinha sozinha parece nada. Mas quando a comunidade junta, ela vira cuidado pra quem mais precisa. É isso que o Compaz faz todo dia, e é por isso que a gente decidiu manter a coleta de pé”, afirma.

 

Campanha incentiva reciclagem de papel usado em álbuns de figurinhas

 

A febre dos álbuns de figurinhas da Copa do Mundo trouxe um novo desafio para muitas famílias: o descarte correto do liner, papel que fica colado atrás das figurinhas. O material possui uma fina camada de silicone e não pode ser reciclado junto ao lixo comum.A iniciativa surgiu em 2022, após a consultora em sustentabilidade Patrícia Meirelles perceber a quantidade de resíduos gerados pelos filhos durante a brincadeira de colar figurinhas. O que começou como uma ação entre amigos ganhou repercussão nacional nas redes sociais e já reciclou quase 1 milhão de liners.Todo o material arrecadado é enviado para a Polpel, empresa de Guarulhos especializada nesse tipo de reciclagem. A renda obtida será destinada ao Hospital GRAACC, que apoia crianças e adolescentes com câncer.“Além de sustentável, ela é educacional, solidária e colaborativa”, destacou o diretor executivo da Polpel, Ailton Alves.

 

Redação com assessorias e veículos Foto: arquivo

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