Restituição do IR: economista orienta como usar melhor o dinheiro

Cerca de 1,9 milhão de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda de 2025 dentro do prazo vão receber a restituição nesta sexta-feira (29), quando a Receita Federal libera o quarto dos cinco lotes previstos para este ano. O pagamento inclui ainda valores residuais de exercícios anteriores.
Ao todo, 1.884.035 contribuintes terão direito a R$ 2,92 bilhões.A consulta esta disponível aos contribuintes pelo endereço: www.restituicao.receita.fazenda.gov.br. A prioridade na fila da restituição é para idosos com 80 anos ou mais, pessoas acima de 60 anos, pessoas com deficiência e contribuintes com doenças graves. Quem não foi contemplado neste lote, o próximo e último será no dia 30 de setembro.
O economista e professor do curso de Administração do Centro Universitário Tiradentes (Unit-PE), Alex Roberto, orienta como melhor aplicar os recursos da restituição. Segundo o especialistae, é possível saldar dívidas, tanto as de maior quanto as de menor valor. Principalmente as que envolvem cheque especial e empréstimos. Além disso, é fundamental analisar as despesas fixas para identificar áreas onde seja possível otimizar os gastos.
Dívidas de final de ano
Com a aproximação do final do ano, Alex também recomenda utilizar a restituição do Imposto de Renda para pagar despesas sazonais como materiais escolares e matrículas do próximo ano. Ou outras despesas previstas, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
Aprimoramento profissional
Fazer cursos para adquirir conhecimentos ao seu desenvolvimento profissional pode também ser um destino favorável para sua restituição. De acordo com o economista, esse investimento pode melhorar suas qualificações e aumentar suas chances de crescimento na carreira.
Investimento
Caso deseje investir, há opções como Certificados de Depósito Bancário (CDBs) ou fundos de investimento e Tesouro Direto. É possível ainda diversificar alternativamente, distribuindo-os entre CDBs, fundos de investimento, Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs).
Redação com Agência Brasil e assessoria Foto: divulgação
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